segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Brasil já tem tecnologia para desenvolver bomba atômica

"O Pai da Bomba Nuclear Brasileira
Físico Dalton Ellery Girão Barroso

Uma revolucionária tese de doutorado produzida no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Exército - Simulação numérica de detonações termonucleares em meios Híbridos de fissão-fusão implodidos pela radiação - pelo físico Dalton Ellery Girão Barroso, confirma que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para, se quiser, desenvolver a bomba atômica. "Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe", disse o físico.
Mantida atualmente sob sigilo no IME, a pesquisa foi publicada num livro e sua divulgação provocou um estrondoso choque entre o governo brasileiro e a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), responsável pela fiscalização de artefatos nucleares no mundo inteiro. O pesquisador desenvolveu cálculos e equações que permitiram interpretar os modelos físicos e matemáticos de uma ogiva nuclear americana, a W-87, cujas informações eram cobertas de sigilo, mas vazaram acidentalmente.
Barroso publicou o grosso dos resultados da tese no livro A Física dos explosivos nucleares (Editora Livraria da Física, 439 páginas), despertando a reação da AIEA e, como subproduto, um conflito de posições entre os ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Celso Amorim, das Relações Exteriores. A crise vinha sendo mantida em segredo pelo governo e pela diplomacia brasileira.
A AIEA chegou a levantar a hipótese de que os dados revelados no livro eram secretos e só poderiam ter sido desenvolvidos em experimentos de laboratório, deixando transparecer outra suspeita que, se fosse verdade, seria mais inquietante: o Brasil estaria avançando suas pesquisas em direção à bomba atômica.
A AIEA também usou como pretexto um velho argumento das superpotências: a divulgação de equações e fórmulas secretas, restritas aos países que desenvolvem artefatos para aumentar os arsenais nucleares, poderia servir ao terrorismo internacional. Os argumentos e a intromissão da AIEA nas atividades acadêmicas de uma entidade subordinada ao Exército geraram forte insatisfação da área militar e o assunto acabou sendo levado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.
No final de abril, depois de fazer uma palestra sobre estratégia de defesa no Instituto Rio Branco, no Rio, Jobim ouviu as ponderações do ministro Santiago Irazabal Mourão, chefe da Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do MRE, numa conversa assistida pelos embaixadores Roberto Jaguaribe e Marcos Vinicius Pinta Gama. A crise estava em ebulição.
Jobim deixou o local com o texto de um documento sigiloso entitulado Programa Nuclear Brasileiro - Caso Dalton, entregue pelo próprio Mourão. Mandou seus assessores militares apurarem e, no final, rechaçou as suspeitas levantadas, vetou o acesso da AIEA à pesquisa e saiu em defesa do pesquisador.
Num documento com o carimbo de secreto, chamado de Aviso 325, ao qual o Jornal do Brasil teve acesso, encaminhado a Celso Amorim no final de maio, Jobim dispara contra a entidade. "A simples possibilidade de publicação da obra no Brasil e sua livre circulação são evidência eloquente da inexistência de programa nuclear não autorizado no País, o que, se fosse verdade, implicaria em medidas incontornáveis de segurança e sigilo", criticou o ministro no documento.

Diplomacia
Amorim teria assumido uma posição dúbia, tentando contornar a crise sugerindo que o pleito da AIEA fosse atendido, pelo menos em parte, como convém sempre à diplomacia. A entidade queria que o livro fosse recolhido e exigiu dados mais detalhados sobre o método e as técnicas utilizadas pelo físico brasileiro. Insistia que o conteúdo do livro era material sigiloso. Jobim bateu o pé e, em nome da soberania e da clara opção brasileira de não se envolver na construção de arsenais nucleares - explicitada na Constituição - descartou qualquer interferência no setor.
Situado na Praia Vermelha, o IME é um órgão de pesquisa básica, com curso de pós-graduação e extensão universitárias para civis e militares, subordinado ao Comando do Exército. O ministro citou a banca examinadora do IME, formada por seis PhDs em física, entre eles o orientador de Barroso, Ronaldo Glicério Cabral, para garantir que a tese é trabalho teórico e sem vínculo com qualquer experiência realizada no Brasil. Jobim citou o respeito a tratados para afirmar que o Brasil tem credibilidade para pesquisar "à margem de suspeições de qualquer origem".
Jobim enfatizou ainda que o recolhimento compulsório do livro, como queria a AIEA, implicaria em grave lesão ao direito subjetivo protegido pela Constituição. Em outras palavras, seria uma censura a uma obra acadêmica com a chancela do governo Lula. E ainda criticou a entidade que, segundo ele, não justificou os comentários sobre a obra e nem apresentou base científica para amparar o questionamento.
A crise é uma ferida ainda não cicatrizada. Jobim não quis dar entrevista sobre o assunto, mas confirmou que encaminhou o documento ao Ministério das Relações Exteriores, responsável pelas conversações diplomáticas com entidades como a AIEA. Procurado pelo Jornal do Brasil, Amorim não retornou. O presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) - o órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia responsável pelo apoio aos inspetores da AIEA - Odair Dias Gonçalves, também não quis falar.

JB Online

Comentário

Há muitos e muitos anos o conhecimento teórico sobre a construção de bombas atômicos é disseminado. Sempre ouvi isso de especialistas em tecnologia nuclear, seja da Marinha, do IPEN ou do IME.

O difícil é a construção clandestina, devido ao fato do enriquecimento de urânio e o processamento posterior exigir instalações maiores.

Não entendi a razão desse estardalhaço em cima de um trabalho teórico.

Por Dr. Polêmico

A notícia com certeza mostra um avanço significativo. É certo que o conhecimento teórico é disseminado até por filmes, mas ele representa muito pouco frente ao que é necessário para produzir um artefato nuclear que possa ser colocado na ogiva de um míssil. Essa é a grande questão. Fazer uma bomba que só pode ser carregada num caminhão e detonada estacionária qualquer país com estoques de urânio enriquecido pode fazer.

O grande diferencial é a miniaturização do artefato. Por isso cálculos teóricos e simulações computacionais são tão importantes. O governo dos EUA proíbe a exportação de supercomputadores acima de um determinado desempenho porque eles são o melhor instrumento de cálculo e simulação de uma bomba. Veja bem, se o conhecimento é tão disseminado, porque proibir a exportação de supercomputadores que possam ser usados para calcular a bomba? Se o conhecimento fosse de fato tão disseminado não haveria tantas restrições científicas e técnicas para exportação de tecnologias sensíveis pelo governo dos EUA.

Parece-me que o avanço conquistado por Barroso foi exatamente desenvolver o modelo teórico e a simulação computacional necessários para miniaturizar a bomba, com base em um conjunto bem pequeno de informações que vazaram. Pelo que pesquisei, a bomba que deu origem ao trabalho de Barroso é adequada para mísseis táticos e de menor porte. São mísseis lançados por unidades móveis, muito mais difíceis de serem rastreados e combatidos.

A W-87 é uma bomba tão compacta que um dos maiores mísseis balísticos intercontinentais dos EUA carrega dez dela de uma só vez. Ela seria o tipo de bomba adequada para uma força de defesa, pois pode ser colocada em mísseis relativamente pequenos e transportáveis, caracterizando um artefato nuclear tático, de grande poder de dissuasão.

Construindo Turbina Eólica de 100W

Aerogerador 100W

Como construir um aerogerador 100W
Este circuito baseia-se num motor de 220 VDC, 5A usado nas passadeiras rolantes de ginástica, pode usar um outro qualquer motor de corrente contínua procedendo aos ajustes necessários para se adaptar ás pás da turbina. Pode usar um qualquer outro motor desde que debite pelo menos 1 Volt

Aerogerador doméstico 100W - Pás


Introdução

A segurança é mais importante que a electricidade, execute os circuitos usando o maior cuidado possível. Os geradores eólicos podem ser perigosos quando expostos a ventos fortes as peças móveis podem produzir estragos. Salvaguarde a sua segurança e a segurança do ambiente circundante.

Ferramentas



Materiais para o Aerogerador



Montagem
  • Tubo 90cm, 1'' pol diâmetro
  • Centro de parabólica 2'' pol
Motor
  • 260 VDC, 5 A Ex: Motor de uma esteira rolante (esteira de acadêmia)
  • 30 - 50 Ampéres díodos ou ponte retificadora
  • 2 x 5/16” x ¾” Anilhas
  • 3" X 28 cm Tubo de PVC
Pá de Orientação
  • 1 m2 (aprox) Plástico Rígido ou Metal
  • 2 X ¾" Parafusos auto-roscantes - P.Porca
Lâminas - Pás - Hélices
  • Tubo de PVC com 1,10m (comprimento) por 20cm (diâmetro)
  • (se for resistente a raios UV, não necessita pintar, caso contrário pinte!)

Preparação:

Cortar as Pás

Um tubo de pvc pode fazer 4 pás.
  1. Utilize o tubo de PVC numa superfície lisa e corte tiras retangulares iguais. "Quarteando" o tubo.
  2. Entre extremos opostos corte em diagonal deixando 3cm até ao vértice
  3. Verifique a figura





Curvatura das pás e fixação das pás.

Verifique a curvatura das futuras lâminas do gerador.
O ângulo de ataque (leading) edge deve ser arredondado de modo a oferecer menor resistência ao ar, o ângulo de saída (tailing) edge wants deve ser agudo de modo a que o ar possa sair sem dificuldade..

Arestas vivas devem ser removidas!!!! (use a lixadeira com cuidado, não deixe de usá-la)



O motor deve ser aparafusado ao apoio central e fixo no tubo de suporte, é importante que o eixo do motor esteja perfeitamente equilibrado em relação ás pás.


Acima: colocando o motor no suporte.

Acima: Equilibrando as pás.



Montagem Final:


Mais links aqui:






sexta-feira, 24 de julho de 2009

Entreguismo no Centro-Oeste

Hiram Reis e Silva

"Uma raça, cujo espírito não defende o seu solo e o seu idioma, entrega a alma ao estrangeiro, antes de ser por ele absorvida”.
(Rui Barbosa)

- Ventos da discórdia

“Se permitirmos que a FUNAI e seus ‘antropólogos’ continuem usando seus métodos de ‘estudos antropológicos’ eles identificam terra indígena até na lua”. (Antonio João)

É com lástima que observamos os ‘ventos da discórdia’, que se prestam mais a interesses estrangeiros que aos da nossa nacionalidade, vagarem dos ‘lavrados’ de Roraima para os cerrados do Mato Grosso do Sul. Enquanto o ‘vento minuano’ canta e geme pelas coxilhas do gauchismo enaltecendo nossa nacionalidade e nos fazendo recordar das grandezas do passado, o ‘desgoverno companheiro’, através da FUNAI, por sua vez, prega a desnacionalização, o separatismo e o racismo entre os brasileiros.

- FUNAI e a desagregação nacional

“A política indigenista está dissociada da história brasileira e tem de ser revista urgentemente. Não sou contra os órgãos do setor. Quero me associar para rever uma política que não deu certo; é só ir lá para ver que é lamentável, para não dizer caótica.”(General de Exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira)

Infelizmente a ação funesta da FUNAI, alheia aos interesses nacionais, continua mobilizando todos os esforços para promover a desagregação e a insegurança institucional. Parece que o ‘governo petralha’ pretende seguir os passos do ensandecido Evo Morales, presidente da Bolívia, implantando no Brasil as sementes de uma revolução separatista.

- Nação guarani

“A FUNAI está assumindo a posição do Senado brasileiro. Está criando Estados, Nações. Ela está criando o Estado dentro de um Estado, não compete à FUNAI criar um estado dentro de um Estado”. (Denis Lerrer Rosenfield)

“A demarcação da Raposa Serra do Sol já aparecia como o prelúdio do que estava por vir. Apesar das ressalvas aprovadas pelo Supremo, que tornaram menos aleatórias e arbitrárias as demarcações e homologações de terras indígenas, o processo de relativização da propriedade privada e da soberania nacional segue, agora, o seu curso. Imediatamente após a decisão do Supremo, as agremiações ditas movimentos sociais como o MST e o Conselho Indigenista Brasileiro (Cimi), ala esquerdizante da Igreja Católica, deflagraram um processo de fragilização destas ressalvas, procurando nos fatos mostrar que a lei a eles não se aplica. Tornaram ainda mais explícitas suas posições contra e economia de mercado, a propriedade privada, o agronegócio e o estado de direito.

Vejamos.

O Cimi e os ditos movimentos sociais estão entrando em uma nova etapa de formação da opinião pública nacional e internacional, propugnando pela formação de uma nação guarani. As publicações ‘Potorantim’ (Cimi) e ‘Sem Terra’ (MST) já trazem matéria a respeito, pois essas organizações têm plena consciência de que sem o apoio da opinião pública nenhuma transformação política pode ter lugar. As mentes precisam ser conquistadas para que haja um espaço de abertura para mudanças. Eles estão cientes de que a política moderna, a das democracias representativas, está alicerçada na opinião pública. Utilizam-se, nesse sentido, da democracia para subvertê-la, arruinando as suas instituições.

Para que se tenha idéia da enormidade que está sendo tramada, a dita nação guarani abarcaria partes dos seguintes estados brasileiros: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O foco é o estado de Mato Grosso do Sul em um primeiro momento e, logo após, Santa Catarina e Espírito Santo.

Nesse sentido, cabe ressaltar que o estado de Mato Grosso do Sul é o lugar em que essa luta vai se travar prioritariamente. Eles reconhecem que perderam, nesse estado, a primeira batalha política junto à opinião pública pela disputa desses territórios indígenas. Houve forte reação de proprietários rurais, parlamentares e o próprio governador, impedindo uma primeira tentativa de amputação de em torno de um terço de seu território. Naquele então, o discurso apresentado era o de que se tratava apenas de uma nova demarcação, que corrigiria uma ‘injustiça’ histórica. Em suma, afetaria apenas alguns proprietários. Ora, já naquela ocasião o que estava em pauta era a formação de uma nação guarani, projeto este que ainda não dizia explicitamente o seu nome. Agora, estão preparando a segunda batalha, com a bandeira guarani orientando os seus movimentos. Novas portarias da Funai se inscrevem neste processo em curso.

A nação guarani, no entanto, não está restrita a esses estados brasileiros, mas se estende a outros países: Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Segundo eles, a Bolívia já trilha esse caminho político, necessitando apenas ser apoiada no que vem fazendo, destruindo, na verdade, as frágeis instituições daquele país. O foco, aqui, seria o Paraguai, onde o processo se inicia com um presidente simpatizante à ‘causa’ e que, através da Teologia da Libertação, compartilha os mesmos pressupostos teóricos do Cimi, da CPT (Comissão Pastoral da Terra) e do MST. Entende-se, portanto, melhor a sustentação dessas agremiações política ao presidente Lugo e a política adotada de apoio às invasões das terras dos brasiguaios. A identidade brasileira não lhes interessa.

Para granjear a simpatia da opinião pública internacional, criaram um site global, hospedado nos EUA, assumido por uma ONG holandesa e alimentado pela regional do Cimi de Mato Grosso do Sul. Observe-se que é o próprio Cimi que elabora o conteúdo de um site internacional (www.guarani-campaign.eu), visando a interferir, dessa maneira, nos assuntos brasileiros, escolhendo como alvo o estado de Mato Grosso do Sul. Aliás, o site é muito bem-feito, começando por uma apresentação gráfica da América Latina sem fronteiras, sob o nome de Ameríndia. A verdadeira América Latina seria a pré-colombiana. Provavelmente pensam, no futuro, expulsar todos os brancos e negros, europeus, africanos e asiáticos, que deram, pela miscigenação, a face deste nosso Brasil!

Como não poderia deixar de ser, o site comporta várias versões: português, inglês e holandês, estando prevista a sua ampliação para o alemão. Para quem se preocupa com a opinião pública internacional, busca apoio político e financiamento na Europa e nos EUA, uma ferramenta desse tipo é vital. É ela que terminará alimentando as pressões exercidas sobre o Brasil e subsidiará, também, os formadores de opinião nacionais e internacionais.

Consoante com esse trabalho, foi elaborado um mapa da nação guarani, denominado Mapa Guarani Ratã, que englobaria os estados brasileiros acima listados e os países latino-americanos vizinhos. Chama a atenção o fato de a América Latina ser apresentada como um território verde, sem fronteiras nacionais, com o lema: Terra sem Males. Procedimento semelhante foi adotado com o Mapa Quilombola, elaborado pela Universidade de Brasília, que orienta, hoje, as ações da Fundação Palmares, do Incra e dos ditos movimentos sociais. A estratégia política é a mesma.

O Cimi, em suas publicações, reconhece ainda a aliança estratégica com o MST, que lhe ofereceu apoio logístico e organizacional em invasões e em outras manifestações, como campanhas de abaixo-assinados. Alguns exemplos recentes seriam Roraima, com ‘assessores’ emessistas ‘ajudando’ os indígenas em plantações de arroz. Esses ‘brancos’, aliás, podem lá entrar! Reconhecem, inclusive, que tal aliança foi operacional no Espírito Santo, na luta contra a Aracruz, pois, como se sabe, as plantações de eucaliptos e a indústria de papel e celulose são símbolos, a serem destruídos, do agronegócio. Outros já estão na mira!” (Denis Lerrer Rosenfield)

- O Indigenismo sem pátria e o Estado caloteiro em MS

“Faz parte da história de nosso Estado, que o efetivo domínio brasileiro sobre a região Sul de MS tenha se dado após a chamada Guerra do Paraguai, que dessangrou povos irmãos. Nela, destacou-se uma aguerrida cavalaria riograndense que, por anos a fio, defrontou-se com a destemida tropa paraguaia. Nas lides de guerra, os guascas centauros (ser mitológico, metade homem, metade cavalo), conheceram e se encantaram com a região, permeada de extensas pastagens naturais, povoada por rebanhos de ‘gado bagual’. Muitos voltaram aos seus pagos apenas para buscar suas traias e famílias, vindo par a este nosso Sul, com armas e bagagens, se estabelecendo nas terras sem dono da extensa Vacaria. Foram encaminhados pela Coroa Imperial, para garantirem a fronteira reconquistada. Um desses capitães de guerra, que lutara os quatro anos num portentoso cavalo, volta com essa montaria à sua querência. Porém o animal, estropiado pelos anos de guerra e pelas longas caminhadas, morre ao fim da marcha de retorno, para desolação de seu dono. Aqui chegando, o guerreiro guasca (gaúcho da fronteira) requer as terras da Coroa e funda sua querência, que nomeia ‘Fazenda 94’. Era 94 a marca do Império que seu brioso cavalo de guerra tinha na paleta!

Estas são páginas heróicas de um povo que tem orgulho de sua história e de seu papel na conquista e defesa destas fronteiras onde, com suor, lágrimas e até mesmo sangue, transformou cerradões desertos em celeiros para a Nação e o mundo. Nessa caminhada secular, da qual qualquer Nação se orgulharia, de repente, tais brasileiros se vêem tratados hoje, por grupelhos ideológicos, organizações internacionais e nichos de frustração localizados em órgãos governamentais, como reles ‘ladrões e ocupantes de terras indígenas’, esses nossos irmãos com os quais toda a Nação tem uma dívida secular e injusta. Não se corrige injustiças e incompetências históricas de toda a sociedade, transformando vidas honradas e destinos audazes em bodes expiatórios de politicas fracassadas, nem fazendo a Justiça curvar-se a sofismas antropológicos e manipulações maldosas, ideológicas e antinacionais.

É o que se dá hoje em nosso MS, quando a indústria de invasões indígenas financiadas com recursos externos ignorados pelo Estado brasileiro, dá um passo adiante e projeta-se na expansão de aldeias sobre propriedades particulares, mediante ‘identificações de terras indígenas’ unilaterais e abusivas. São passos para que nossos pioneiros e seus descendentes paguem, apenas eles, por uma divida histórica que é de toda a sociedade. E propositadamente, leitor, para semear distanciamento, rancor e antagonismo entre as comunidades. Enquanto isso, o Estado brasileiro, o eterno caloteiro, lava as mãos, pretendendo ainda aparecer na fita como promotor de justiça e paz, com promessas vagas de compensações para brasileiros que perderiam seus direitos diante de laudos onipotentes e facciosos. E isso, leitor, quando nada, nada na Constituição impede que se compre terra para as aldeias, quando o Governo Lula esbanja recursos emprestando 5 bilhões de dólares ao FMI e faz polpudas generosidades para africanos, bolivianos, paraguaios e palestinos, na campanha promocional do Presidente para seu Prêmio Nobel da Paz. Portanto, tudo indica que um grande calote nos espera.

Com esse barulho todo, esconde-se da sociedade o fracasso da política indigenista em dar condições ao índio para que ele alcance os benefícios da civilização, que é o seu desejo. Alardea-se o mito da desgraça indígena por ‘falta de terras’, quando as poucas que tem são frequentemente ociosas e os Cadiwéus, com seus quinhentos mil hectares vivem praticamente nas mesmas condições de aldeias que não têm um palmo de terra para plantar. Parece que a miserabilidade indígena é mantida para ser usada, manipulada demagogicamente para promover conflitos e angariar recursos externos. A mortalidade indígena por violência, devido à deterioração social administrada pela Funai, tem sido cinicamente apresentada ao mundo por organizações ideológicas falsamente religiosas, como resultante de assassinatos por conflitos fundiários. Quando pioneiros rurais são expulsos de suas casas, que são detonadas, desmontadas e levadas para aldeias, tal como não se faz nem com traficantes, nunca apareceu um membro sequer do Ministério Público Federal para dar que fosse um ‘Bom Dia!’ aos cidadãos expulsos de suas casas e, claramente, do abrigo da Constituição Federal. Quem desmente os fatos e o olhar sectário de facciosos e pretensos defensores da Constituição, caro leitor?

Esse projeto ideológico, impatriótico, injusto, promotor intencional de mágoas e conflitos, prosseguirá seu curso? Com a palavra as comunidades atingidas, Sindicatos Rurais, Famasul e, sem dúvida, nosso Judiciário e políticos. E que Deus nos ilumine para que a Paz, integração e prosperidade possam vencer a ideologia de uns e a imaturidade de outros nos quadros do Estado brasileiro que, tantas vezes, trai a Nação”. (Valfrido M. Chaves - O Pantaneiro)

ALERTA MS

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Indignação da Indignação.


A Indignação da Indignação

Marcelo Rech

Como brasileiro que paga seus impostos absolutamente em dia e que ainda assim sofre com um serviço público da pior qualidade, adoraria ver meus representantes no Congresso Nacional tão indignados como ontem.

No dia em que amanhecemos com a notícia de uma menina de 13 anos baleada no Rio de Janeiro quando comprava seus presentes de aniversário, graças a um policial despreparado e inconseqüente, os nossos senadores se melindraram porque o embaixador da Venezuela no Brasil decidiu não comparecer ao circo que armaram.

Sentiram-se, vejam só, ofendidos, desrespeitados, humilhados, porque Julio Garcia Montoya não aceitou debater com a oposição de seu país, flagrantemente inimiga do governo ao qual serve em Brasília.

Mas, não entrarei nesse mérito. Os problemas internos da Venezuela pertencem à Venezuela, não ao Brasil.

Ao Brasil, dizem respeito suas próprias mazelas, incluindo as do Senado Federal patrocinadas por suas excelências.

O senador Fernando Collor de Mello, chutado do poder por corrupção agora se diz paladino da moral, da ética, da democracia.

Esse senhor que decidiu confiscar nosso suado dinheirinho aplicado em modestas cadernetas de poupança, fazendo um sorteio enquanto velejava com sua corja pelo litoral de Angra dos Reis (RJ).

Tronou-se o principal defensor da democracia e o contraponto ao presidente Chávez no Brasil.

Esse cara que paga funcionários da Casa da Dinda com dinheiro público, tomado de cada um de nós.

O presidente do Senado que age nas sombras e patrocina a viagem dos inimigos de Chávez ao Brasil, não sabe de nada quando o assunto é um mordomo de R$ 12 mil na casa da filha, um neto tomando dinheiro do Senado, de parentes recebendo salários, incluindo horas-extras embora alguns vivam e muito bem, no exterior e, mais recentemente, sobre desvios na fundação que leva seu nome.

Ele não sabe de nada. Lula não sabe de nada. Para Lula, Sarney não é normal. Pode fazer o que quiser, tem que ser tratado como um deus.

Uma patifaria é patrocinada por suas excelências à custa da falência de nosso sistema público de saúde, de estradas abandonadas, portos enferrujados, escolas caindo aos pedaços.

Essa realidade não indigna suas excelências.

A menina assassinada com uma bala perdida no Rio de Janeiro será apenas mais uma linha nas estatísticas.

A Vergonha Nacional em que se transformou o congresso (assim mesmo, com minúsculas), não sensibiliza esses caras.

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ex-governador, ex-ministro e ex-reitor, subiu nas tamancas quando soube que o seu amigo Mario Vargas Llosa fora retido num aeroporto venezuelano.

Cobrou explicações, exigiu retratação, engrossou o discurso.

Lamentavelmente, não somos todos os brasileiros Vargas Llosas para ter do senador, a mesma indignação.

O tratamento que recebemos mundo afora e aqui mesmo, em nosso quintal, não o ofende.

O que o senador Buarque fez com relação aos brasileiros humilhados e deportados como criminosos de países como Espanha, Portugal, Reino Unido e Estados Unidos? Que providências exigiu e que pressões exerceu?

Nãos somos Vargas Llosas para que ele se dê a esse trabalho.

Uma carta ontem, os indignou.

As centenas que abarrotam suas caixas diariamente pedindo emprego, justiça, sensibilidade, essas para o lixo.

No compadrio diário, mandatos são preservados, esquemas mantidos, bodes-expiatórios muito bem remunerados.

A realidade brasileira de tantas desigualdades não é suficiente para que se sintam minimamente constrangidos.

Apostam na nossa incapacidade de reagir.

Um caso simbólico me chama a atenção: a crise política não será tema do encontro nacional dos estudantes realizados pela histórica UNE.

Ninguém sai às ruas. Nem um sindicato se mobiliza. Não batemos panelas nem realizamos virgílias.

Damos a esses caras, cartas brancas para que continuem se indignando apenas com seus caprichos e suas vaidades.

Marcelo Rech é jornalista, editor do InfoRel e especialista em Relações Internacionais e Estratégias e Políticas de Defesa.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

... e o General Heleno tinha razão



O Governo Brasileiro, através do Ministro Celso Amorim, ratificou na ONU a pouco tempo atrás a “Declaração dos Direitos Indígenas”, o problema é que essa declaração inclui palavras fortes como AUTOGOVERNO, AUTODETERMINAÇÃO e GERÊNCIA DE RECURSOS, então vejamos, como o Brasil irá reagir se algum cacique resolver proclamar seu autogoverno baseado na declaração da ONU? Como o Brasil irá se opor uma vez que assinou concordando com tudo?
Some-se a isso o fato de que a maioria das centenas de ONGs que andam por lá serem todas picaretas e testa de ferro de interesses escusos de governos e conglomerados industriais estrangeiros. E só estão esperando o momento para se juntarem a algum cacique rebelde e terem o apoio internacional e da ONU.
Por que não há tantas ONGs no sertão nordestino ajudando o povo de lá? È porque as ONGs não estão nem aí para povo algum e sim para as riquezas do subsolo e da biodiversidade.

Tudo bem que se criem reservas, mas para quê criar uma reserva contínua duas vezes o tamanho da Ossétia do Sul para poucos milhares de índios?

NOTA: Ler matéria do Blog Forças Terrestres

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Corrida de Monitores



A agência DM9 criou um vídeo bem bacana para a Intel. Eles demoraram um bocado, mas conseguiram sincronizar 15 monitores de vários computadores para formar um circuito de Fórmula 1. O resultado é divertido. A ação está se tornando mais viral - que deve ser exatamente o efeito esperado. Quem quiser tentar o mesmo no escritório, pode baixar o protetor de tela.

PS: será que ficaram ricos com a brincadeira? ;P

Choques na Cara com Ritmo



Ao som de música eletrônica. Parece louco, mas foi o que o artista e programador japonês Daito Manabe decidiu testar em si mesmo. A cada nota, os eletrodos colados em seu rosto dão pequenos choques, gerando movimentos.

quinta-feira, 27 de março de 2008

SBT Atinge FUNDO DO POÇO em sábado animado.

Que o SBT é um dos canais mais decadentes da televisão mundial, disso todo mundo sabe. Programas cada vez piores, desorganização total e falta de respeito com os fãs são os 3 teores principais da rede de Sílvio Santos. Porém, nada impressiona mais do que os investimentos em apresentação infanto-juvenil que ocorre no SBT.

O que já tivemos de aturar no programa Bom Dia e CIA é algo inacreditável. Apresentações que beiram o cúmulo do ridículo, sempre com uma dupla da faixa de 10 a 12 anos fazendo dancinhas deploráveis e exageros na interpretação

E agora, como se não bastasse, o SBT colocou uma menina de 5 anos, antes apresentadora de um quadro do programa Raul Gil, para apresentar o Sábado Animado. O resultado? Eu me nego e proferir palavras para descrevê-lo, assista o vídeo abaixo e tire suas conclusões, prepare-se para fortes emoções:

Como conseguir um lanche grátis no McDonalds

Um francês muito vigarista inventou um método para comer de graça no McDonalds.

Não, ele não precisou fazer boquete no palhaço!





OBS: Se você está pensando que vai se dar bem na lanchonete do palhaço, abra o olho: No Brasil esse método de comer grátis no McDonalds é crime e é classificado pelo Código Penal como Furto Qualificado. Artigo 155, parágrafo 4, incisos II e IV: Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel com abuso de confiança ou mediante fraude, escalada ou destreza. Pena de 2 a 8 anos de reclusão e multa.

Concorrência Desleal


Se não pagamos ou sonegamos somos presos, com eles (governo) o que acontece?? comentem as respostas...